O aconchego
Da palavra dita.
A pausa despida
Do som, do ego!
As vezes pedido,
Deveras não atendido.
Se o faze arrancado,
Como furto apalavrado,
Arrasta-o das folhas,
No suor das penas
Que a chuva não molha.
Um ruído que tema,
Dentro desta bolha,
Terá fim no poema!
Lucas Borges
07/12/2011
07/12/2011
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